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As igrejas cristãs sempre reconheceram a existência de revelações privadas, através das quais Deus fala diretamente a certas almas agraciadas com um carisma especial: o da profecia.
Na história da Igreja, revelações desse tipo, como a Teresa de Ávila e Catarina de Sena, existiram e continuam existindo, por meio de textos da atualidade. Entre elas está A Verdadeira Vida em Deus, de Vassula Ryden, cuja publicação teve início em 1990.
A espiritualidade de "A Verdadeira Vida em Deus" não acrescenta nada à Revelação de Deus contida na Bíblia, mas é uma recordação dela. Como está escrito em um dos livros da espiritualidade de "A Verdadeira Vida em Deus" 10 de dezembro de 1995:
“esta mensagem não acrescenta nada de novo às Escrituras. Tudo o que Eu tenho dito nesta mensagem está escrito nas Escrituras; mas vós ainda não entendestes plenamente o que está escrito. Ouvistes-Me dizer: Enviar-vos-ei o Paráclito para estar convosco para sempre e naqueles que Me amam, para vos ensinar tudo. O Meu Espírito será o vosso Conselheiro e vosso Educador. Sem Ele, mesmo os Meus discípulos jamais Me compreenderam plenamente e tampouco os Meus ensinamentos. Mas, no dia em que regressei ao Pai, enviei-lhes o Paráclito, a fim de que lhes lembrasse tudo o que disse quando estava com eles.”
Vassula foi chamada para uma missão de apelo à conversão, à unidade e à reconciliação. Um dos pontos fortes dos textos oferecidos a esta geração por meio de Vassula se trata da unidade cristã. Em suas várias visitas a centenas de países, sociedades e comunidades do mundo, Vassula nos leva a entender que o maior desejo de Cristo com relação à unidade, e que também será a chave para a unidade, é a unificação da data da Páscoa, feita em humildade e com amor.Isso se reflete na mensagem de 24 de outubro de 1994 ““Meu Espírito vos unirá. Não ouvistes que o Oriente e o Ocidente serão um só reino? Não ouvistes que Eu estabelecerei uma data?"”
Quando Vassula dá seu testemunho diante de multidões, primeiro ela chama a uma conversão de coração, pois não podemos nos unir se não amarmos. Com o amor podemos chegar à reconciliação e ao perdão. Podemos basear tudo no amor. O amor é o fundamento sobre o qual se constroem a reconciliação e a unidade.
Através dos textos, somos informados de que temos “necessidade de uma intensa pobreza de espírito e de uma abundância de riqueza de generosidade e só quando tivermos compreendido que nos devemos dobrar é que poderemos nos unir ”.(A Verdadeira Vida em Deus, 23 de setembro de 1991).
Cristo sofre misticamente com nossa divisão e é muito severo quando vê a falta de sinceridade. Eis o que Ele diz:
“Irmãos, fizestes tudo o que vos era possível para salvaguardar a unidade do Meu Corpo?” (10 de março de 1990)
“Em cada época da Páscoa, tenho de beber o cálice da vossa divisão, uma vez que este cálice Me é imposto. (...) Quanto mais eles demorarem a unificar as datas da Páscoa, tanto mais severa será a sentença que irá atingir esta geração.” (31 de março de 1994)
Se continuarmos divididos, não permitiremos que o Espírito Santo sopre em nós e permaneceremos espiritualmente mortos. Se deixarmos o Espírito Santo soprar em nós, viremos à vida, seremos reavivados pelo Espírito Santo e ficaremos de pé. Desse modo, Deus será glorificado.
A inspiração desta página vem desses textos e do apelo de Deus para que sejamos Um.